SÉRIE ESPECIAL: OS SEGREDOS DO RELATÓRIO COMETA (2/5)
No primeiro post da nossa série, vimos como um estudo ultra-secreto francês foi parar nos escritórios da NASA sob o selo de promessa ao criador dos foguetes que levaram o homem à Lua. Hoje, abrimos os arquivos mais impressionantes do Relatório COMETA sobre encontros nos céus confirmados por radares e pilotos.
🛩️ 1. O Mistério do Caça Mirage IV e a Perseguição Supersônica (França, 1977)
Em 7 de março de 1977, o piloto Hervé Giraud e seu navegador voavam em um jato militar Mirage IV a 9.600 metros de altitude e velocidade de Mach 0.9. Sob ótimas condições de visibilidade, a tripulação notou um brilho extremamente forte vindo na direção deles em rota de colisão rápida.
Pensando ser um interceptador de defesa aérea convencional, o piloto acionou o radar militar de solo em Contrexéville, que informou não ter qualquer contato na tela.
Para evitar a batida e tentar manter o objeto à vista, o piloto realizou uma curva fechada, forçando uma gravidade de 3 a 4 g. Mesmo assim, o objeto ultrapassou o caça e se posicionou na traseira do avião. Segundos depois, uma segunda luz idêntica surgiu e o piloto executou uma manobra evasiva ainda mais violenta, de 6.5 g.
O Enigma Técnico: Os analistas militares concluíram que apenas uma aeronave de combate supersônica teria aquela velocidade e capacidade de manobra. Porém, curvas daquela magnitude em velocidade supersônica deveriam quebrar a barreira do som e gerar um estrondo sônico estrondoso audível em toda a região no solo. Naquela noite, nenhum som foi registrado em nenhuma cidade francesa.
🛸 2. O Gigante Invisível de 250 Metros: Voo AF 3532 (França, 1994)
Em 28 de janeiro de 1994, o capitão Jean-Charles Duboc pilotava um voo comercial regular da Air France entre Nice e Londres a 11.900 metros de altitude. Próximo a Coulommiers, o chefe de cabine, que estava na cabine de comando, avistou o que parecia ser um balão meteorológico.
O capitão e a copiloto olharam e perceberam que aquilo não se parecia com nada conhecido. O objeto flutuava a 10.500 metros de altitude. Diante dos olhos da tripulação, o bólido começou a mudar de forma: passou de um formato de “sino marrom” para uma lente castanha. Segundos depois, o objeto desapareceu instantaneamente, como se tivesse se tornado invisível.
Ao cruzar os dados, o Centro de Operações de Defesa Aérea de Taverny (CODA) revelou algo assustador: os radares de solo de Cinq-Mars-la-Pile registraram uma pista de radar por exatamente 50 segundos cruzando a rota exata do avião da Air France, sumindo da tela no exato milésimo de segundo em que a tripulação perdeu o contato visual. Cálculos de cruzamento de trajetória feitos pela inteligência militar estimaram que o objeto tinha aproximadamente 250 metros de comprimento.
⚡ 3. Pane Eletrônica sob Comando: O Caso de Teerã (Irã, 1976)
Talvez o caso estrangeiro mais contundente revisado pelos generais franceses tenha sido o incidente de Teerã em 1976, documentado originalmente pela DIA (Defense Intelligence Agency dos EUA).
Na noite de 18 de setembro, a torre de controle do aeroporto de Teerã avistou um objeto cilíndrico brilhante e imóvel no céu. O exército enviou um jato Phantom F-4 para interceptá-lo. No entanto, quando o caça se aproximou a exatamente 45 km do OVNI, todos os instrumentos eletrônicos de voo, telas e sistemas de comunicação pararam de funcionar.
O piloto foi forçado a abortar a missão. Assim que o caça se afastou da área, todos os sistemas voltaram a ligar normalmente. Um segundo F-4 foi enviado e o OVNI reagiu acelerando para manter a distância exata de 45 km. De repente, ele disparou um objeto menor e brilhante que perseguiu o caça militar em alta velocidade antes de retornar para a nave principal. A própria DIA avaliou o caso como um clássico irrefutável devido aos fortes efeitos eletromagnéticos.
📊 Matriz Comparativa dos Incidentes do Relatório COMETA
| Incidente / Local | Data e Contexto | Confirmação de Radar | Efeito Físico / Anomalia Aerodinâmica |
| Mirage IV (França) | Março de 1977 (Voo Militar) | Não (Furtividade ativa ao radar de solo) | Manobras de 6.5 g sem gerar estrondo sônico supersônico |
| Voo Air France 3532 (França) | Janeiro de 1994 (Voo Comercial) | Sim (Radar de solo CODA registrado por 50s) | Objeto de 250m com camuflagem / invisibilidade óptica instantânea |
| Incidente de Teerã (Irã) | Setembro de 1976 (Defesa Aérea) | Sim (Radar militar e de torre de controle) | Desligamento seletivo de eletrônicos a 45 km de distância |
🔜 No Próximo Artigo da Série…
Como uma máquina voadora consegue realizar curvas fechadas de alta gravidade em silêncio absoluto, ficar invisível e causar o desligamento intencional de sistemas eletrônicos à distância?
No próximo post, vamos deixar a ufologia de lado e entrar nos laboratórios militares para entender a engenharia e a física real que os cientistas do Relatório COMETA usaram para explicar o funcionamento desses objetos.
Fique ligado e adicione o Ciência & Mistérios aos seus favoritos para acompanhar o próximo episódio!
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Qual desses três casos te chamou mais atenção: o caça supersônico sem som, a nave de 250 metros da Air France ou a pane elétrica seletiva no Irã?Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe este artigo nas suas redes sociais!