🚨🇧🇷 O Alerta e a Fusão de Radar no Céu do Brasil na Noite Oficial dos OVNIs
Na noite de 19 de maio de 1986, o Brasil se tornou o palco de um dos eventos de contato UAP/OVNI mais documentados da história militar mundial. Múltiplos objetos luminosos não identificados foram detectados pelos radares do CINDACTA I e observados visualmente por pilotos civis e militares sobre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo.
Diante da ameaça ao espaço aéreo, a Força Aérea Brasileira (FAB) acionou caças F-5E da Base Aérea de Santa Cruz (RJ) e interceptadores supersônicos Mirage III da Base Aérea de Anápolis (GO) em regime de emergência. Os relatórios desclassificados revelam os bastidores técnicos de uma perseguição que desafiou as leis conhecidas da física.
O movimento tático intensificou-se no final da noite. Às 22h15, o Capitão Aviador Armindo Souza Viriato de Freitas, no comando do caça Mirage III (código de chamada JG 116), recebeu o alerta máximo para uma “decolagem rojão” (procedimento militar de interceptação imediata), ganhando os céus por volta das 22h45.
Simultaneamente, os operadores do controle de radar de solo (código THOR) vetoravam a aeronave em direção a um eco primário no radar localizado a 8 milhas náuticas (NM) de distância. De acordo com as transcrições operacionais, ocorreu algo estarrecedor na tela de controle terrestre: o “plote” (sinal eletrônico) do caça interceptador e o plote do UAP chegaram a se fundir graficamente no monitor. Após a sobreposição exata dos sinais, a estrutura desconhecida acelerou e manteve sua rota de fuga.
⚡ Resumo Tático do Confronto Aéreo
| Indicativo / Código | Aeronave / Função | Evento Registrado |
| JG 116 (Jaguar 116) | Mirage III (Cap. Viriato) | Travamento “JUDITH” e perseguição em velocidade supersônica (Mach 1.05). |
| JG 98 (Jaguar 98) | Mirage III (Cap. Rodolfo) | Alvo com salto de posição instantâneo (deslocamento de 20 a 30 milhas). |
| JG 107 (Jaguar 107) | Mirage III (Cap. Rozemberg) | Aproximação a 1 milha náutica sem contato visual ou físico na noite limpa. |
| PP 4848 (Pif-Paf 4848) | F-5E Tiger II (Ten. Kleber Caldas Marinho) | Decolou da base de Santa Cruz às 22h34. Perseguiu uma luz intensa sobre o Vale do Paraíba. O objeto mudava de cor (vermelho, verde, branco) e realizava subidas rápidas e ziguezagues impossíveis, sumindo do contato visual, mas permanecendo no radar de bordo. |
| PP 4849 (Pif-Paf 4849) | F-5E Tiger II (Cap. Márcio Brisolla Jordão) | Decolou da base de Santa Cruz às 22h50 para dar apoio. Protagonizou um dos momentos mais impressionantes da noite: seu caça foi cercado por 13 alvos luminosos simultâneos (07 na sua retaguarda e 06 à sua frente), detectados pelo radar terrestre do CINDACTA, que se moveram em formação conjunta com o jato. |
| THOR / CINDACTA | Controle de Solo | Registro de fusão de plotes no monitor e múltiplos alvos em radares primários. |
🏎️ Perseguição Supersônica e o Lock no Radar (Código “JUDITH”)
O relatório pessoal assinado pelo Capitão Viriato apresenta detalhes técnicos extraordinários sobre o comportamento do objeto durante a perseguição:
O Sinal “JUDITH”: Ao estabilizar o caça na proa 90º, a antena do radar de bordo travou em um alvo a 13 milhas náuticas. O piloto obteve a confirmação “JUDITH” — jargão militar que indica que o radar da aeronave conseguiu trancar e rastrear com sucesso a assinatura do alvo.
Detalhes do Confronto em Voo:
- Manobras Evasivas em Ziguezague: Enquanto o caça mantinha velocidade constante em regime de cruzeiro (Mach 0.9), o UAP executava guinadas e manobras abruptas em ziguezague no painel do radar, fazendo a distância em milhas flutuar de forma imprevisível.
- Aceleração Além da Barreira do Som: Para fechar distância, o piloto acionou a pós-combustão e ultrapassou a velocidade do som, atingindo Mach 1.05 (mais de 1.200 km/h). Mesmo em voo supersônico, quando o caça aproximou-se a 6 milhas do objetivo, o UAP disparou em uma aceleração tão violenta que rompeu o travamento eletrônico do radar, resultando na perda do sinal JUDITH.
O piloto realizou aproximações subsequentes a até 2 milhas náuticas do artefato. Contudo, apesar do céu perfeitamente limpo e da forte iluminação lunar, nenhum contato visual pôde ser estabelecido.
📡 Multiplicação de Alvos e Desaparecimentos (JG 98 e JG 107)
Com o aumento constante de intrusos na Área de Controle Terminal (TMA), o comando de defesa aérea ordenou a decolagem de mais duas aeronaves de caça a partir de Anápolis: o JG 98 (pilotado pelo Capitão Rodolfo da Silva Souza, decolando às 23h17) e o JG 107 (pilotado pelo Capitão Júlio Cezar Rozemberg).
As telas dos radares de solo registraram uma incursão massiva: múltiplos alvos surgiam sucessivamente em direções variadas (radiais 180º, 240º e 360º) a distâncias curtas de 4 a 8 milhas, deslocando-se em direção ao setor oeste.
Anomalias Registradas Pelos Pilotos:
- Deslocamento Anômalo de Posição: O Capitão Rodolfo (JG 98) reportou que o alvo voava sem padrão aerodinâmico definido a cerca de 200 nós (KT). De repente, a assinatura na tela desvanecia para reaparecer de forma instantânea em uma coordenada a 20 ou 30 milhas náuticas do ponto de origem.
- Fantasmas em Solo e no Céu: O Capitão Rozemberg (JG 107) executou três vetorações de interceptação guiadas pelo controle em terra. Ele chegou a posicionar seu caça a apenas 1 milha náutica do alvo — distância considerada de combate aproximado na aviação —, mas nem a ótica dos seus olhos nem o radar de bordo captavam qualquer massa física na noite límpida.
🤐 O Rastro do Silêncio e o Relatório Final da FAB
Após permanecerem por um período prolongado operando manobras evasivas sobre o território nacional e registrando rastros eletrônicos nos radares da FAB e da Marinha, os objetos aceleraram em velocidade hiper supersônica em direção ao Oceano Atlântico e sumiram em definitivo dos monitores.
Ao pousarem e descerem das cabines, os pilotos conversaram com os mecânicos e equipes de pista da Base Aérea para verificar se algum ruído de turbina ou aeronave estranha havia sido detectado no espaço aéreo local. A resposta da equipe de solo foi unânime: silêncio absoluto.
Anos mais tarde, com a desclassificação dos documentos oficiais pelo Ministério da Defesa, o Relatório Final da Força Aérea Brasileira sobre a Noite Oficial dos OVNIs concluiu formalmente que os objetos eram sólidos, possuíam inteligência de manobra e demonstravam tecnologias de desempenho incomparáveis a qualquer meio aéreo existente na Terra.
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O que você pensa sobre os registros oficiais da FAB de 1986? Acredita que as acelerações instantâneas e a perda de travamento nos radares dos F-5E e Mirage III eram provas de uma tecnologia extraterrestre avançada ou sistemas de guerra eletrônica não revelados? Deixe sua opinião nos comentários abaixo, adicione o Ciência & Mistérios aos seus favoritos e compartilhe este artigo com quem adora ufologia e história militar!